Estudante de Recursos Humanos

Minha foto
No dia 14/01/2012, tudo começou a mudar na minha vida profissional. Em Janeiro/2012, este espaço foi criado com o intuito de levar a vocês todos os assuntos pertinentes ao mundo de RH. A partir de hoje (19/12/2012), darei uma nova direção à este espaço, e conto com a ajuda de cada um de vocês, para deixar este lugar mais atrativo. Blog em reconstrução. Em breve, novidades!
Mostrando postagens com marcador Carreira e RH. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Carreira e RH. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Você sabe como receber melhor um novo profissional na equipe?

Para facilitar o processo de integração, a equipe deve estabelecer empatia, sugere especialista


Muitas vezes, o ambiente de trabalho é um local altamente rotativo. Ou seja, constantemente novos profissionais estão integrando as equipes enquanto alguns as deixam. Mas, para os que ficam, qual a melhor forma de receber os que chegam?

  • A primeira dica é se colocar no lugar do outro. Os profissionais não devem se esquecer que aquele que está chegando está cheio de inseguranças, medos, dúvidas e expectativas. Ele não sabe como é o sistema da área, como são os profissionais e, por outro lado, ainda está preocupado com o fato de que terá que mostrar resultados.


    Criando empatia

    “A equipe tem que ter consciência sobre o que passa na cabeça do cara que está chegando”, lembra o consultor em educação corporativa da Leme Consultoria, Fernando Battestin. A palavra que define essa postura é a empatia. Mostrar que você se identifica com a situação do novato, pode ajudar bastante a integração.

    Além disso, é importante não se deixar influenciar por qualquer tipo de preconceito, principalmente, no momento que você estabelece uma relação com o profissional. “Independentemente da primeira impressão que você teve, crie um contato amigável”, aconselha Battestin.
    Portanto, nos primeiros dias, mostre interesse pelo colaborador, por exemplo, o questionando sobre sua trajetória profissional. A ideia não é se tornar o melhor amigo da pessoa, mas, sim, criar um ambiente amigável e confortável.
    Lembre-se ainda que é importante investir tanto na relação pessoal – aquela que você terá individualmente com o novato - quanto na relação em grupo. “Mostre que ele pertence ao grupo, evitando isolar essa pessoa”, sugere Battestin. Para isso, vale aproveitar os almoços, as reuniões e mesmo os happy hours da empresa.


    E quando o novato é o chefe?

    Quando uma equipe recebe a notícia de que terá um novo chefe, a situação deve ser encarada da mesma forma como se estivessem recebendo um outro membro qualquer. Tentar impressionar esse novo chefe, criando uma realidade que não existe não é o melhor caminho.

    “Os profissionais sabem que em nenhuma empresa as coisas são totalmente cor de rosa”, diz o sócio-diretor da DNA Hunter, Celso Malachias. Isso quer dizer que não se deve esconder os problemas, mas, sim, deixar que eles apareçam para começar a solucioná-los o quanto antes.
    Isso também não quer dizer que o novo chefe deva ser bombardeado de notícias e problemas na primeira semana. A questão é encontrar o equilíbrio, deixando que, de forma espontânea e suave, as pessoas e os problemas sejam apresentados à nova liderança.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Você sabe o que é melhor não perguntar durante uma entrevista de emprego?

De acordo com especialista, candidatos devem estudar o perfil da empresa. Assim fica mais fácil evitar perguntas deselegantes

A entrevista de emprego é um dos momentos mais temidos pelos profissionais. Tal situação tem o poder de gerar diversos tipos de dúvidas, sobretudo, com relação a como responder as perguntas dos entrevistadores. Mas, por outro lado, o que o candidato deve evitar perguntar ou comentar?
O diretor de Ações Estratégicas das ABRH-BA, Remulo Farias, generaliza tal questão dizendo que “o candidato não deve fazer nenhuma pergunta que de alguma forma passe a ideia de restrição da parte dele”, sugere. Assim, se você quiser aumentar suas chances de sucesso, evite perguntar algo que possa ser entendido como uma restrição sua.
Viagens?


Um exemplo disso são as viagens. Se você não tem disponibilidade para viagens, a sugestão é deixar isso claro na entrevista, afirmando que não tem condições de aceitar uma vaga que exija isso. Agora, ficar perguntando para o entrevistador se a vaga exige muitas viagens, dando a impressão que você tem essa restrição, não é a melhor atitude.

Perguntar sobre a empresa e mesmo sobre as exigências do cargo é muito importante para os profissionais. Especialistas recomendam que o interessado explore ao máximo a entrevista para tirar suas dúvidas, mesmo porque é através dessas respostas que ele poderá fazer uma boa escolha. No entanto, essa dinâmica deve ser baseada na transparência. Se você tiver restrições, deixe isso claro e não fique rodeando.
Estude o perfil da empresa


Outra dica sobre as perguntas que devem ser evitadas, tem a ver com o perfil da empresa. Segundo Farias, cada empresa é uma empresa e, para descobrir quais perguntas você não deve fazer, é preciso estudar sobre o perfil da organização. Ao fazer uma pesquisa prévia, é possível descobrir os valores da empresa e, consequentemente, quais questões não vão cair bem.

Por exemplo, se você faz um levantamento sobre o Google, você descobre que esta é um tipo de empresa bastante descontraída, logo, perguntar se você pode se vestir de uma maneira mais informal, não será uma pergunta deselegante. Já em uma empresa mais tradicional, essa pergunta pode cair mal, passando uma impressão errada sobre você.
Por fim, Farias aconselha evitar perguntas de cunho religioso e que de alguma forma passe uma ideia de preconceito. Perguntar, por exemplo, se seu chefe será uma mulher ou um homem, pode não ser bem visto pelo entrevistador.
Lembre-se ainda, que tudo é uma questão de como você coloca sua pergunta. Assim, nem sempre o problema é a pergunta que o candidato faz, mas como ele coloca a questão.
O diretor de operações da consultoria Human Brasil, Fernando Montero da Costa, também deu algumas dicas sobre o que evitar perguntar em uma entrevista de emprego. Veja:
Como a empresa trata seus funcionários? - isso é uma pergunta muito indiscreta e se o candidato quiser saber sobre isso, deve obter a resposta junto a quem trabalha na empresa e não durante a entrevista.
A empresa tem plano de carreira? - de acordo Costa, ao perguntar se a empresa tem plano de carreira você pode passar a ideia de que você conta com a empresa para crescer. Ou seja, está transferindo para a organização a responsabilidade do seu crescimento.
Costa lembra que 75% das empresas no Brasil são familiares e 25% são multinacionais. As empresas familiares nem sempre têm um plano de carreira definido e bem estruturado, mas isso não impede que o profissional aprenda e cresça. Carreira é uma questão de iniciativa, ou seja, quem faz a carreira é o profissional e não a empresa.
Pensando nisso, Costa explica que, se você se mostra muito preocupado se a empresa tem ou não plano de carreira, você pode estar passando a impressão de que não tem iniciativa, pois espera dela o seu crescimento, coisa que deve partir de você mesmo.
Perguntar quanto a empresa pretende pagar - Costa afirma que esse tipo de pergunta nem sempre agrada o selecionador, menos ainda se for a primeira pergunta feita quando a empresa entra em contato com o candidato.
Cuidado com as perguntas óbvias - atualmente, principalmente por conta da internet, é possível encontrar muitas informações sobre as empresas. Logo, é importante evitar fazer perguntas que podem ser facilmente encontradas no próprio site da empresa. “É uma obrigação o candidato estar informado”, diz Costa.
Qual o horário de trabalho? - o que as empresas estão buscando é profissionais que entreguem resultados. Se você entregá-los em oito horas, esse será seu horário de trabalho, se precisar de mais, paciência. Perguntar qual o horário de trabalho, ainda mais quando se está buscando uma posição de gerência, pode queimar o candidato.
Questões relacionadas à estabilidade – Costa explica que muitas pessoas que saíram de um emprego público e vão buscar uma posição na iniciativa privada podem querer saber sobre as garantias de estabilidade que a empresa oferece, o que normalmente não é bem visto pelos selecionadores. Se essa for uma questão que você realmente queira saber, o mais indicado é conversar com pessoas que já trabalharam na companhia.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Foi o trânsito outra vez? Veja algumas consequências de justificar atrasos com desculpas esfarrapadas

O trânsito das grandes cidades tem sido uma das desculpas mais utilizadas por profissionais para justificar os atrasos no trabalho. Nestas horas não faltam carros, ausência de infraestrutura, excesso de pessoas, obras urbanas e acidentes para atrapalhar o caminho de quem tenta chegar ao serviço. Mas, verdade seja dita, a situação se torna muito pior quando o céu fica nublado, não é mesmo? Bastam algumas gotas de chuva, e pronto! O estrago está feito. E aí sim, não há quem chegue a tempo no trabalho.
Mas será que, apesar de todos sabermos que imprevistos acontecem, os empregadores também estão dispostos a relevar tais problemas? De acordo com a gerente executiva da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Priscilla Telles, nem sempre, principalmente quando estes problemas costumam ocorrer com frequência exagerada.
“Imprevistos acontecem, mas não todos os dias. Quando ocorrem com uma frequência além do limite, eles precisam de uma solução, para não serem vistos com descrença pelo empregador”, alerta a gerente.
Segundo ela, o ideal neste casos é que o profissional que costuma ter problemas se policie, para evitar que tais situações ocorram novamente. “Se o problema é o atraso frequente, ele deve se programar para sair mais cedo de casa”, diz Priscilla.
Consequências
E, apesar de os filhos ficarem doentes e dos inúmeros problemas que possam atrapalhar o trajeto de um profissional até seu trabalho, é importante que um colaborador saiba que todo atraso, quando constante, também tem suas consequências.

“A mais grave delas é a própria substituição do funcionário”, informa Priscilla. Segundo ela, mesmo quando um colaborador é contratado para trabalhar em uma empresa distante de sua moradia, ele tem a obrigação de estar no seu local de trabalho no horário.
“Atrasos não podem ser uma justificativa, pois, ao ser contratado, o colaborador concorda com o horário de trabalho e sabe que deve chegar mais cedo”, informa.
As mais esfarrapadas
E se alguém ainda duvida que de desculpas o mundo está cheio, basta observar o cenário de muitas empresas. Nelas, uma série de desculpas das mais esfarrapadas também circulam pelos corredores.

“As pessoas inventam doenças, matam parentes e até faltam por cirurgias de familiares que se tratam de simples intervenções estéticas”, diz Priscilla.
E não pense que essa é uma realidade unicamente brasileira. Ao que parece, outros países também têm sofrido do mesmo mal.
Outros países
Segundo uma recente pesquisa da CareerBuilder realizada nos Estados Unidos, por exemplo, a lista de desculpas estranhas não deixa a desejar, variando desde pessoas que acham ter ganhado na loteria a profissionais que se queixam que o colega de quarto cortou o fio do despertador.

De qualquer forma, lá também é o trânsito o principal vilão, segundo os recrutadores. De acordo com o levantamento, que consultou mais de 3 mil recrutadores e executivos de RH e mais de 7 mil profissionais norte-americanos, 31% dos pesquisados disseram já ter usado a desculpa do trânsito para justificar um atraso.